Aug 23, 2007
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Crise Aérea: será que agora vai?

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Esta semana caiu uma das diretores da ANAC, que renunciou ao cargo por problemas pessoais. Vergonha, agora, tem outro nome.
A renúncia ao cargo da diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu, que pediu demissão nesta sexta-feira, vem ratificar as suspeitas de de a agência reguladora é mais uma fonte de corrupção. Suspeita de entregar um documento sem validade para convencer a Justiça a liberar o aeroporto de Congonhas(SP) e de fazer lobby para transferir o setor de cargas de Guarulhos e também do aeroporto de Viracopos para Ribeirão Preto, o que beneficiaria um empresário. É claro que ela não está sozinha, só espero que seja uma renúncia dentre muitas que facilitariam a reestruturação da Anac.
Apesar dos problemas, parece que as coisas estão, aos poucos, voltando ao normal. Estive em Congonhas no fim de semana passado e pude experimentar um atraso de 10 minutos na decolagem de SP para Brasília. Estive em Congonhas, antes do acidente com o vôo da TAM, e pude constatar que o aeroporto não é mais o mesmo: corredores cheios e aviões decolando e pousando, como deveria ocorrer em um aeroporto. O pouso na sexta-feira foi um pouco tenso, entre passageiros e tripulação, e o avião só usou pouco mais que a metade da pista. Ao desembarcar, conversando com uma funcionária de uma empresa aérea, fiquei sabendo que todos os pousos estão ocorrendo dessa forma, uma vez que não existe área de escape e a frisagem ainda não foi concluída. Mais uma recomendação da nova administração da Infraero.
Que os problemas possam ser resolvidos pelo nosso Ministro “one man show” Nelson Jobim, que embora adore a mídia, tem mostrado serviço como ministro da Defesa, trocando a diretoria da Infraero e demitindo alguns “companheiros” pendurados no cabide de empregos, na qual ela se transformou no governo do presimente Luís Inácio “Não sei de nada, não vi nada e quando cheguei já estava assim” Lula da Silva. Quanto ao antecessor de Jobim, o paralisado Waldir Pires, podemos dizer que até um “Boneco de Olinda” faria mais em seu lugar. 😉

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Cotidiano

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