Dec 22, 2013
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Era uma vez um país…

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Era uma vez um país muito lindo, repleto de recursos naturais, de MARAVILHAS, belezas exuberantes que só existem aqui, no Brasil. E elas estão aí, perto de você aguardando apenas que você as perceba.

Era uma vez um país muito lindo, repleto de recursos naturais, de MARAVILHAS e com potencial para ser uma potência econômica, tecnológica e cultural. Contudo, algo deu errado em seu processo de “democratização”. Ele foi tomado por usurpadores, pessoas interessadas apenas em enriquecer, chegar ao poder e permanecer lá, a qualquer custo. Elas se revezaram no poder, apenas mudando suas iniciais, suas siglas, todas começadas com P. Era uma terra muito grande, repleta de diversidade, com vários reinos menores, uns mais pobres e outros mais ricos. Alguns, pobres em conhecimento por estarem em uma região onde a vida é mais difícil e os recursos mais escassos, enquanto outros, favorecidos com a proximidade com o mar, a facilidade para produzir, desenvolveram-se mais rápido. Contudo, são todos parte de uma mesma terra: o BRASIL. O desafio desta terra não é ser uniformizada, padronizada, o que seria impossível dadas as suas dimensões continentais, mas ser unificada enquanto nação. É como nosso corpo. Eu não espero que minha mão ouça, tampouco espero pegar algo com minha orelha, mas elas estão lá, oferecendo o que cada uma tem de melhor para o perfeito funcionamento do todo. O coração está lá, democraticamente, involuntariamente, fornecendo sangue para todos, às vezes mais para uns que para outros, em função da necessidade. Metaforicamente, o Estado é o coração! Sei que você pensou que o Estado seria o cérebro. Mas, o cérebro às vezes nos prega peças, nos faz construir estádios ao invés de escolas, hospitais. Prefiro o coração. Não esqueça, a metáfora é minha!

É fácil ser presidente da Suécia. Ela é do tamanho de um pequeno estado brasileiro, mas o que ela tem e que nos falta é a noção de pátria, que nós não temos há algum tempo. Não conhecemos nossa história. Eram as aulas de Educação Moral e Cívica. Eu sei cantar hinos que a maioria desconhece, fruto de 8 anos de escola pública e 11 meses de serviço militar. Não se trata de aprender hinos, mas de introduzir a noção de PÁTRIA nas crianças, desde o momento em que elas passam a ter discernimento. Podemos falar mal dos EUA, dizer que fazem lavagem cerebral nas crianças, que ensinam que a Amazônia é do Mundo ou ainda podemos explicar que AMÉRICA é um continente, que vai do Canadá à Argentina. Apesar de tudo isso, nunca poderemos questionar seu patriotismo, seu respeito à bandeira, não como um objeto, mas como tudo aquilo que eles acreditam que ela significa. É como a fé. E isso, nós não temos.

Nossa fé, nosso patriotismo e nosso civismo só vem à tona de quatro em quatro anos, quando é realizado um torneio de um esporte que se tornou popular no Brasil, dada a sua simplicidade. Para jogar, junte um grupo de amigos, encontre um espaço vazio plano, duas pedras para representar o gol e o mais importante: a bola, que pode ser de plástico, de meia, de couro, qualquer material que resista a um bom chute, serve. Você não precisa de equipamento. Este é o FUTEBOL – o esporte mais democrático da Terra. E parte da sua popularidade está em sua simplicidade. Você não precisa de QI para entender suas regras. É simples: o objetivo é passar a bola, sempre com os pés, pelo gol do adversário. Ninguém precisa de escola para aprender a jogar futebol. É por isso que ele é tão popular no Brasil. Podemos analisar os países por seu esporte nacional predominante. Fiz isso outro dia e é fascinante. Desafio você a entender as regras do futebol americano, do baseball. A única complicação no futebol é o conceito de impedimento, mas não precisa de cérebro pra entender, basta uma régua. 🙂 Somos o país da “dama” e não do xadrez, o país da “novela” e não do “documentário”. Somos o país da esperança 🙁 .As crianças pobres veem no futebol a esperança de sair da miséria, direto para uma vida milionária, graças ao que assistem na TV. Um povo sem esperança reage, luta, discute, protesta. E ninguém quer as ruas cheias de pessoas protestando, não é mesmo? Pra falar a verdade, EU QUERO.

Quero as ruas cheias de pessoas questionando e se perguntando: “Por que gastamos 1,4 bilhão de reais em um estádio de futebol quando não temos times na primeira divisão?”, “Por que gastamos 1,4 bilhão de reais em um estádio de futebol, se nossos hospitais não funcionam e neles falta tudo?”, “Por que gastamos 1,4 bilhão de reais em um estádio de futebol se nosso metrô é quase uma linha reta e não atende à população?”, “Por que gastamos 1,4 bilhão de reais em um estádio de futebol, se não temos transporte público que funcione e gastamos horas para ir de casa ao trabalho?”. Estou falando de Brasília, minha cidade natal e capital do país. Quero as pessoas pensando nas respostas a estas perguntas ao invés de pensarem em “Qual é o grupo da morte?”, “Será que o Uruguai vem forte desta vez?”, “Quantos feriados nós teremos?”. Eu QUERO isso. Agnelo Queiroz, o governador, e Dilma Roussef, vocês sabem quem é, NÃO QUEREM. Mas não são só eles, pois eles são apenas ferramentas nas mãos de quem ganha dinheiro de fato. Estes, não aparecem na mídia, não querem ser vistos, querem permanecer anônimos controlando as cordas das marionetes. Você vê alguns na revista CARAS, Ricos&Famosos, posando em suas mansões, andando em seus helicópteros, emanando aquela aura de riqueza, uma imagem quase mágica.

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Adoro mágica. Sou fã e acho que toda criança é. E por que? A mágica nos dá esperança, alimenta nossa imaginação. Na mágica, podemos fazer o impossível, fazer um elefante desaparecer, atravessar a muralha da China, sumir com a Torre Eiffel. Podemos até voar. Contudo, a mágica é a arte do ilusionismo, da distração, pois sabemos que contraria as leis da Física – o que ainda não é possível. Para ser um bom mágico, é preciso estudar muito e conhecer muitos aspectos da Física. Enquanto sua atenção está num ponto, o truque está acontecendo em outro. Também é assim na Política – a arte da dissimulação. Enquanto você se preocupa com os grupos da Copa, não liga para a Matemática dos gastos com o Estádio Nacional. Enquanto você admira a arquitetura do Maracanã (eu olho todos os dias, pois é a tela inicial do Autocad 2014), os empresários, empreiteiros e o governo promovem uma limpeza social nos morros cariocas. Você está falando das UPP? Não, isto é o que a TV mostra. Estou falando da compra de casas e terrenos, da expulsão e desocupação de “áreas de risco” que passaram a compor o metro quadrado mais caro do planeta em alguns anos. Fala sério. Você acha que um barraco pobre, todo esculhambado, combina com essa vista? Você acha que um pobre, que luta pra comer todo o dia tem o direito de acordar pela manhã com essa vista? Algumas pessoas acham que não!   Os morros cariocas são a nova Beverly Hills “tupiniquim”. Todos? Não, só os com vista pro mar. Vamos, primeiro, pacificar – retirar os traficantes com o BOPE, o exército, helicópteros, tanques, numa mega operação (tudo coberto pela mídia). E aí, quando a mídia se vai, em silêncio, com as credenciais da Copa 2014 e das Olimpíadas 2016, principalmente, o governo e as empreiteiras vão tornando as ÁREAS DE RISCO, espaços nobres antes ocupados pelo tráfico, em ÁREAS SEM RISCO E COM UMA VISTA LINDA, que passarão a compor a nova paisagem do Rio. Você viu ou leu sobre isso em algum lugar?

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É a magia do futebol, da distração. A arte de fazer você olhar para onde não interessa, a arte do drible, como fazia Garrincha, com suas pernas tortas. Ele dava a entender ao marcador que a bola iria numa direção, quando na verdade, ia para outra, deixando sem ação o adversário. É assim que estamos: SEM AÇÃO. “Pára com isso! É o sistema! Ele já é assim! Não dá pra mudar!”
Me desculpe. Dá sim! A mudança tem que começar na sua mente e depois fazer parte de suas atitudes. Já disse e repito: “Proteste!” Não quer ir a rua? Concordo que, mesmo sem fazer nada, pode acabar com uma bala de borracha ou algo pior, mas exprima sua indignação de outra forma. Existem várias. Escreva. Aprenda. Informe-se. Proteste. Amigo, você pagou R$1.600.000.000,00 em impostos em 2013 e subindo. Você sabe o que é isso? São 1,6 trilhão de reais! E o que teve de retorno? Um estádio novinho? Isso me lembra aquele jogo da cabine do Programa Silvio Santos. Alguns de vocês nem lembram e os mais novos sequer viram. Era assim: uma criança entrava numa cabine, colocava um fone de ouvido e quando acendia uma luz na cabine, ele respondia SIM ou NÃO. Ele desconhecia o teor da troca e só sabia o brinquedo que tinha ganhado após a resposta final. Era hilário! Vamos brincar? Eu começo!

“Você troca 250 hospitais, totalmente equipados com produtos de última geração, incluindo os salários dos profissionais da saúde, com capacidade para atender 30.000 pessoas por 12 estádios de futebol que, após construídos, não serão seus?”. A luz acende e você responde: “SIMMMMMM”. “Você troca estes 12 estádios por 7400 escolas de Educação Básica para atender 600 crianças?” Luz acesa e você responde: “NÃAAAAAAAO!”.”Você troca estes 12 estádios por obras de infraestrutura em transporte público na sua cidade, acabando com rodízios e afins e permitindo que vá de ônibus ou metro para o trabalho?”A luz acende pela última vez e você responde: “NÃAAAAAAAO!” “Parabéns, você ganhou 12 arenas construídas com SEU dinheiro, nas quais quando quiser assistir a um jogo ou show, vai ter que pagar, Mané!” E as propostas de mobilidade urbana serão substituídas pelos FERIADOS, para você deixar seu carro em casa e permitir que os turistas circulem pela cidade sem engarrafamentos, dando a impressão a eles, e a você também, de que está tudo lindo, maravilhoso, que aquelas obras e viadutos multimilionários realmente funcionaram.

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Mas, por que não vou ao estádio assistir aos jogos aqui em Fortaleza? Apesar de não ser fã de futebol, pagaria o dobro do preço do ingresso para assistir algo que valesse a pena, como um show do Almir Sater, Jason Mraz, dentre outros que eu curto e ouço. O povo brasileiro, culturalmente, adora futebol e gosta de assistir aos jogos de seu time. E da seleção brasileira? Nem preciso comentar. Não são os mercenários que estão ali representando o país, você torce pelo Brasil, ali representado pelos mercenários. 🙂 Sei que é confuso, mas é assim mesmo. São nossas cores, é nossa bandeira, é nosso país.

Quanto às cores, uma pequena observação. Talvez, você não saiba do símbolo original da Copa 2014, talvez não o tenha visto. É uma daquelas coisas que a mídia brasileira não gosta de comentar, pois pega mal. Como diria Jabour, eu sei que a internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para as bobagens que vemos por aí. Mas essa também não foi muito divulgada. Na escola, aprendi que as cores de nossa bandeira são: verde, amarela, azul e branco. Tá certo, o branco é só da faixa e das estrelas, mas está lá. Alguém ficou sabendo quando incluíram o vermelho? Ops, eu sei. Nós o incluímos em 2002.

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Pois é, nosso logotipo teve as cores alteradas e foi deformado para dar lugar a uma nova cor, com a justificativa de fornecer uma informação DESNECESSÁRIA. Acho que todos sabem em que ano será realizada a Copa do Mundo de Futebol, não acha? Preste atenção nos dedos das mãos. Parecem dedos? Para mim, são deformações. Dedos de sapos. Pronto! Agora somos todos sapos. Será o final do nosso conto de fadas? Acho que não…

Pegue uma pipoca, ajeite sua cadeira e me ceda apenas alguns minutos do seu tempo para reflexão. Corrija-me, se achar que estou errado ou se disse algo que não é verdade. Pode comentar, o botão não morde. Compartilhe, se concordar. É rapidinho! É o tempo de uma partida de Candy Crush Saga, ok?

 

 CONFIRA COMO ERA E COMO FICARÁ A ADMINISTRAÇÃO DE CADA ESTÁDIO

Estádio Antes da Copa Após a Copa
Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília) Governo do Distrito Federal (pública) Administração será concedida a uma empresa privada por meio de licitação.
Maracanã (Rio de Janeiro) Governo do Rio de Janeiro (pública) Administração será concedida a uma empresa privada por meio de licitação
Arena Amazônia (Manaus) Governo do Amazonas (pública) Administração deve ser concedida a uma empresa privada
Arena Pantanal (Cuiabá) Governo do Mato Grosso (pública) Administração deve ser concedida a uma empresa privada
Mineirão (Belo Horizonte) Governo de Minas Gerais (pública) Consórcio responsável pela obra administrará estádio por 25 anos após reabertura
Fonte Nova (Salvador) Governo da Bahia (pública) Consórcio responsável pela obra administrará estádio por 35 anos
Castelão (Fortaleza) Governo do Ceará (pública) Consórcio responsável pela obra administrará estádio por 8 anos
Arena das Dunas (Natal) Prefeitura de Natal (pública) Consórcio responsável pela obra administrará estádio por 20 anos
Arena Pernambuco (Recife) Estádio novo Consórcio responsável pela obra administrará estádio por 33 anos
Itaquerão (São Paulo) Estádio novo Administração será privada
Beira-Rio (Porto Alegre) Internacional (privada) Administração permanecerá privada
Arena da Baixada (Curitiba) Atlético Paranaense (privada) Administração permanecerá privada

Depois, se estiver sem fazer nada e, principalmente se morar no Rio de Janeiro, dê uma olhada neste vídeo abaixo. Você vai achá-lo interessante também. Foi muito bem produzido e contou com o apoio e participação da comunidade. Parabéns pelo trabalho. Às vezes, a realidade está ali, acenando, só querendo ser vista. Dê uma chance à ela!

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Não esquece, se concordar, compartilhe a ideia com os amigos, fale com os vizinhos, com seu dentista, com sua sogra. Divulgue, espalhe, faça barulho. Pergunte ao seu vizinho se ele concorda com o salário de um deputado, se ele concorda que para ser parlamentar não haja pré-requisito estudantil, como em outros cargos. Pergunte também, se ele concorda com o número de parlamentares, vereadores e com a quantidade de Ministérios do atual governo. São perguntas interessantes, mas as respostas são ainda mais. Vamos nos fazer essas perguntas também e você chegará a conclusão que milhões pensam como você. Milhões! As manifestações de 2013 foram espontâneas e apartidárias. Foram legítimas, embora as exigências tenham sido inocentes. Mas, mostraram que nós acordamos. Você pode protestar atacando onde dói, no bolso. Deixe de comprar certos produto, substitua-os por outros. Você critica a FIFA num dia e compra um ingresso no outro? Tome uma posição. Não queira se envolver em protestos organizados, oportunistas, violentos e com bandeiras de partidos políticos. Você só tem uma bandeira! Lembre-se disso! Ela é verde, amarela, azul e branca!

EU NÃO VOU AO ESTÁDIO! #2014naovouaoestadio

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Article Categories:
A Política

Comments to Era uma vez um país…

  • Maravilhoso!!! Parabéns…

    Sandra Gomes December 23, 2013 7:01 am Reply
  • quem e anita e as poderosas? pensei que fosse um grupo de prostitutas aparentemente favorecidas pela legislacao moderninha

    sergio salles cunha December 24, 2013 3:25 am Reply
  • Cara, você é muito fera, criticas inteligentes, coloca a galera para pensar, abre o olho de muitas pessoas, continue assim, adoro seus artigos! Parabéns !

    Gabriel Moreira December 24, 2013 5:03 pm Reply
  • Ótimo texto. Nosso problema é a velha tática de não se discutir: esporte, religião e política. Isso nos torna burros politicamente. Devemos sim discutir sobre política. Onde estamos, onde vamos, para viver uma democracia, devemos participar ativamente.
    Democracia não é apenas votar em quem eu quero. Mas é participar da gestão, concordar, discordar. Não é por que votei e meu candidato foi eleito q ele fará o melhor governo para o país. Esta ai o PT para mostrar isso.
    Devemos sair nas ruas, redes sociais, protestar contra o q não concordamos. Nós, o povo deve ser beneficiado pelos politicos, não eles.

    michelpasta December 26, 2013 11:58 am Reply
  • Excelente, pena que a maioria da população brasileira não tem acesso a informação ou não se interessa por textos com mais de uma linha!!!

    Ícaro Antunes January 2, 2014 9:56 pm Reply
  • O pior é que todos os que lerem este texto até o final não precisariam ter lido, e os que não lerem (grande maioria) infelizmente é quem mais precisaria ler.
    Excelente texto e blog!
    Compartilhei!
    Abraços.

    Eduardo Henrique de Assis January 3, 2014 2:08 pm Reply
  • Cheguei aqui por meio do ‘trote’ sobre a Anitta. Afinal, seria sobre mais algum escândalo brasileiro, não apenas saber de uma ‘celebridade’. Saber de ‘Anittas’ realmente não é o meu foco nas buscas por matérias.

    De cara, levei um susto e fiquei envergonhada, pois a crítica por se acessar a matéria é muito contundente… Quase ou totalmente uma reprimenda! Não se considerou que poderíamos estar buscando saber de mais corrupções.

    Bem, uma vez refeita do susto e ao longo da matéria foi muito grata a surpresa descobrir o seu blog. Absolutamente em sintonia com os meus pensamentos, fiquei orgulhosa ao constatar. Triste sempre por termos razão nas nossas conclusões… Só tenho uma vantagem com relação ao escritor: nunca me deixei enganar por aquele ‘suposto trabalhador’. Nunca acreditei no tal ‘Sem medo de ser feliz’. Como poderia ser? Só se Deus fosse muito benevolente mesmo com os brasileiros, concedendo-nos um milagre, fazendo de um analfabeto(por escolha e preguiça) sem experiência nenhuma em administração dar certo no governo de um país, ainda que eles fosse minúsculo. Muito menos um gigante problemático como o nosso.

    Só sou muito cética quanto ao discernimento da grande parcela dos brasileiros: ou estão cegos por conveniência ou por fanatismo. Mas, como foi proposto, não adianta ficar só revoltados no sofá. Podemos, mesmo do sofá, fazer a nossa parte. Ou pelo menos, tentar.

    Boa sorte, Brasil! Não no futebol, claro! Mas nas urnas e, por consequência, na educação, segurança, saúde, infraestrutura… e qualidade de vida!

    Tomara que seu blog cresça muito e gere seus merecidos frutos.

    Míria January 5, 2014 3:26 pm Reply

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