Nov 19, 2007
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Vermelho como o Céu

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O filme de Cristiano Bortone vem provoca o público de formas diferentes. A história de um menino que sofre um acidente e fica cego. Como a lei italiana não lhe permite cursar escolas ditas normais, ele é enviado para um instituto especializado, cujo diretor é um padre, ele próprio deficiente visual. Talvez por saber como a vida é dura para os deficientes, o diretor reprime as manifestações mais imaginativas dos alunos e tenta prepará-los para atividades práticas limitadas. É uma cena que me lembrou o épico clipe “The Wall”, do Pink Floyd, no qual crianças são lançadas num moedor de carne e saem como salsichas, ou melhor, a clássica expressão “another brick in the wall”. Mas nosso herói, revela-se muito habilidoso na arte de contar histórias pelo som. Ganha apoio de um professor, mobiliza os colegas, em breve ele está ameaçando o sistema montado no instituto, ou assim pensa o diretor, que o expulsa, mas… Acho que já falei demais. Se for acompanhado de uma mulher, ou seja uma, leve um lenço pois, embora não costume chorar em filmes com freqüencia, esse testou meu limite.
Compre a pipoca, leve o lenço e bom filme. A história de superação é linda!

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Cinema

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